sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

@ Intoduçao a existencia da criança

Desde pequeno que um certo gosto mórbido secreto ocupava a minha mente, mas nunca calculara que todos os romances de cavalaria e de procura falassem a meu respeito, tudo fazia parte dos planos mais secretos da ópera essa sim a arte maior que concentra num palco todas as artes, só agora nesta distância em que escrevo estas linhas para testemunhar a minha história. Diremos que nesta época tudo era apreendido dentro da realidade a que fora inscrito. Mas agora nesta distancia consigo olhar ainda mais para trás muito para trás e essa regressão e tal que me provoca calafrios. Existências curtas nos ciclos da sempre criação. Mas antes de falar dos outros passados convêm focar que fora gerado da forma mais inusual fugindo dos cânones da fecundação estruturados por essa realidade, em determinados momentos designadas por fecundações virgens, tudo porque em determinados momentos do ciclo ao tomarmos a forma corpórea caracteriza-nos sempre uma determinada opção sexual nem sempre. Se sou criado numa realidade criada para um determinado fim. Como sempre nascera pois o corpo que era o meu suporte escolhera a vida como existência e escolher a vida era voltar a nascer segundo o ritual mais ancestral.
Mas mal acabado de nascer somos inscritos num outro ritual, esse parecido com os contos de fadas que são mais reais as vezes que a própria realidade a que estamos inseridos pois falam-nos da realidade a que estamos privados. Ai ainda com o corpo de recem nascido três mulheres seguindo um ritual ancestral adormecem o espírito do recem nascido, e ainda mal acabado de nascer é violado deixando de ser virgem de forma corpórea, a primeira violação é sempre anal e obrigatória, pois e a violação do corpo que põe o ponto final ao ritual de colocar o espírito do recem nascido num estado dormente, só depois de completado este ciclo segundo poderia ser uma criança normal. Mas porque esse ritual, porque fora transformado, e trazia em mim a emanação do espírito primordial. Nas origens da criação uma história de amor e atracão faz surgir o sentimento da inveja, nasceram duas crianças embora parecendo iguais eram diferentes, e é essa diferença que ira potencializar todas as existências.
É ai que se executa o primeiro sacrifício da historia, a inveja, e a cobiça, e logo nesse inicio soube-se que matando o outro se podia ficar com o bem mais precioso do outro. O espírito que lhe fora entregue. Mas neste jogo, tudo se complica, a inveja fomentou as guerras mesmo entre os que se amavam pois aquilo que se pretendia era superior a tudo, e a luta doméstica inscrevesse na luta da existência. A primeira guerra essa aconteceu no ceio da família onde se viu um filho como diferente, e quem ganhasse a guerra comeria o seu espírito tornando-se maior, mas como esses roubos são demorados, todos são infectados pelo espírito da cobiça e todos se roubam uns aos ouros, a vemos assim começar uma historia onde irmãos se matam mães que matam maridos, filhos, e vice-versa todos sempre na disputa. Com exclusão do que é sacrificado.
Esse só
se da conta quando já não existe fuga possível.
Existe dentro de um sistema que desde os primórdios da existência foi criado para ter sempre o mesmo fim e todas as civilizações todas as realidades inscrevem-se no mesmo principio da disputa do espírito primordial.
Mas estas histórias são os alicerces da minha história.
Nascera e o espírito esse fazia parte do meu ser, ai num ritual macabro as três vips adormecem o espírito e a criança passa a ter uma existência siclica normal.
Mas mesmo assim adormecido o espírito a criança essa começa ainda na fase láctea a ser lentamente comido por aqueles que o rodeiam, e essa forma estranha de se alimentar o espírito que irá fazer com que se crie uma descendência, a mãe alimenta-se do filho, e é esse alimento que vai permitir que comesse a descendência, e começam a nascer os descendentes do espírito primordial, a prima irmã que passei a ter sem o saber seria irmã e pai de espírito, e por ai fora, cada vês que ia visitar alguém ou me levavam a brincar, o fim de tudo era o principio para dar origem, comiam o espírito e dessa fagia, ia nascendo a futura geração. Mas por três desta historia há sempre aquele que escreve a história. Eu escrevo esta mas para escrever esta história alguém escreveu esta história que me inscreveu. Um ser senhor das artes que com medo, de ser destronado criou sempre um sistema há volta do nascido com o espírito para não cair do trono e sempre no trono em cada ciclo, mas acaba por cair pois o sistema que criou é o da queda.
E ai entrasse numa outra fase que irei abordar.
Na primeira fase da infância a criança tem de nascer, e não pode dar-se conta, o ritual de o tornar cego para a realidade é sempre escrupulosamente assegurado.
Mas a realidade que rodeia este ser corpóreo é complexo, pois o que ele vê não coincide com a verdadeira realidade, tudo é a suprema encenação que lhe estrutura a realidade a que este é integrado.
Se todos o olham como ser menor, é essa diferença que permite a todos os outros ser.
Por isso tudo girar há sua volta.
Ele existe não porque pensa
Ele existe porque os outros que se dizem maiores estruturaram uma realidade onde este se inscreve.
Toda a sua educação é metafórica, toda a sua educação e uma deseducação.
Mas já falarei desses pormenores, e para isso nada melhor que outras realidades que serviram para o mesmo para explicar esta realidade.
É tudo sempre o mesmo.
Mas tudo evolui, e nesta procura de realidade e criação da realidade tudo evolui, tudo segue um esquema evolutivo até um determinado patamar. Mas este é uma questão que abordarei mais tarde.

Mal acabado de nascer três mulheres seguindo um ritual ancestral adormecem o espírito do recem nascido, e ainda mal acabado de nascer é violado deixando de ser virgem de forma corpórea, a primeira violação é sempre anal e obrigatória, pois e a violação do corpo que põe o ponto final ao ritual de colocar o espírito do recem nascido num estado dormente, só depois de completado este ciclo segundo poderia ser uma criança normal. Mas porque esse ritual, porque fora transformado, e trazia em mim a emanação do espírito primordial. Nas origens da criação uma história de amor e atracão faz surgir o sentimento da inveja, nasceram duas crianças embora parecendo iguais eram diferentes, e é essa diferença que ira potencializar todas as existências.
É ai que se executa o primeiro sacrifício da historia, a inveja, e a cobiça, e logo nesse inicio soube-se que matando o outro se podia ficar com o bem mais precioso do outro. O espírito que lhe fora entregue. Mas neste jogo, tudo se complica, a inveja fomentou as guerras mesmo entre os que se amavam pois aquilo que se pretendia era superior a tudo, e a luta doméstica inscrevesse na luta da existência. A primeira guerra essa aconteceu no ceio da família onde se viu um filho como diferente, e quem ganhasse a guerra comeria o seu espírito tornando-se maior, mas como esses roubos são demorados, todos são infectados pelo espírito da cobiça e todos se roubam uns aos ouros, a vemos assim começar uma historia onde irmãos se matam mães que matam maridos, filhos, e vice-versa todos sempre na disputa. Com exclusão do que é sacrificado.
Mas estas histórias são os alicerces da minha história.
E ai entrasse numa outra fase que irei abordar.
Na primeira fase da infância a criança tem de nascer, e não pode dar-se conta, o ritual de o tornar cego para a realidade é sempre escrupulosamente assegurado.
Mas a realidade que rodeia este ser corpóreo é complexo, pois o que ele vê não coincide com a verdadeira realidade, tudo é a suprema encenação que lhe estrutura a realidade a que este é integrado.
Se todos o olham como ser menor, é essa diferença que permite a todos os outros ser.
Por isso tudo girar há sua volta.
Ele existe não porque pensa
Ele existe porque os outros que se dizem maiores estruturaram uma realidade onde este se inscreve.
Toda a sua educação é metafórica, toda a sua educação e uma deseducação.
Mas já falarei desses pormenores, e para isso nada melhor que outras realidades que serviram para o mesmo para explicar esta realidade.
É tudo sempre o mesmo.
Mas tudo evolui, e nesta procura de realidade e criação da realidade tudo evolui, tudo segue um esquema evolutivo até um determinado patamar. Mas este é uma questão que abordarei mais tarde.





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