@ d@ existência
“Tudo se inscreve numa ficção que alguém escreveu, tornando a realidade antofajica”
Paulo Santos, in ,Contos dos devoradores de Contos
Ao fim de tantos tempos em que o somo de estar acordado dormitando para a realidade que me rodeia dei-me conta dela, ao fim de tantos ciclos e encarnações em que sempre sacrificado para prolongar a existência.
Agora cansado das errâncias de todas as formas físicas mentais amorosas olho para um para este ecrã o computador que me permite ser errante numa outra dimensão. Aqui pelo menos ate o eu é errante, se o peregrinar em determinadas épocas implicava uma forma de nomadismo e auto conhecimento, seguindo essas metodologias, aplico-as já a nível informático, crio portos de contacto, tornei-me um nómada com uma arroba escondido para a maioria visível para poucos. Vou há procura surfo na rede, explorando uma virtualidade onde na comunicação consiga o que realmente pretendo.
Aquele segredo que ainda falta, primeiro descobrir
Para dar uma nova forma ao meu existir.
Mas tudo se precipitou, por isso escrevo este diário, ou antes o diário que não escrevi no passado.
Dos tantos passados do existir
Formas de estar temporárias, ate voltar de novo a ter uma nova força para cumprir o que ainda mal comecei.
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