terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

O Jogo

Capitulo I

Inicio e apresentação


Crónicas dos dias A-Risíveis


Introdução

Embora esteja a escrever em primeira pessoa isto é uma obra de ficção. Embora parta da minha realidade em determinados momentos para vestir os personagens.




Capitulo I


Pestanejou, já estava cansada, passara umas duas horas ali a olhar para uma janela que a prendia e prendia os outros que do outro lado da janela como ela assim estavam. A luminosidade do ecrã já a incomodava, espreguiça-se e decide comer algo se acordara da letargia que a prendia o seu estômago acordara também anunciando o seu despertar.
Levanta-se de repente como se nesse repente rompesse os cabos que a prendiam, vai para a cozinha e nesse preparar algo que acalme o estômago, ainda se sente distante, ainda estava conectada ainda estava na sua mente ligada a janela do seu PC, mas aquela calmaria era produto da ligação a que estava presa pela janela, no seu interior sentia-se preocupada, tinha que pensar numa estratégia rápida, para colocar uma nova Planta de energia solar operacional, precisava de produzir, as minas estavam a entrar quase em ruptura energética, pois estavam a produzir abundantemente. Nesse instante agarra no pacote de leite que estava pousado no lançador da cozinha e enche o copo que estava ao seu lado, e pensando vocifera com a voz o silêncio ferindo este com a voz:
-estas Tonta, …. Tonta. Ate aqui estas a pensar naquela porcaria, …. Estes laços, estas conexões, ….
Olha para a lava louça e vê que ainda estava depositado ali os vestígios residuais das visitas da noite, e nesse instante, pousa o copo que entretanto esvaziara e decide lavar a louça do Jantar, só nesse instante é que sente que a conexão com a janela fez Logout.
Abriu a torneira primeiro de agua quente, e quando esta já estava quente abriu a da agua fria e regulou a temperatura ao seu tacto, colocou um pouco de detergente no esfregão e preparou-se para lavar a louça, nesse instante olha para a pia e sente um calafrio, sente que aquela imagem é o seu reflexo, e ficou atónita a olhar para a louça que aos poucos ia desaparecendo ficando submersa na agua, ela submersa, ella cheia de louça de cacos ela ali olhando e a olhar-se, nesse instante decide vestir o aventa, e pousando o esfregão caminha em direcção da porta da cozinha abrindo ligeiramente pois estava aberta e encostada à parede e retira do gancho o avental branco que estava colocado no grampo. Ata o avental a cinta e volta para o lavatório, e nesse instante sorri, faz uma pausa e dá-se conta que já devia ser tarde não havia ruído tudo parecia calmo, tudo parecia que fizera silencio para lavar a louça, nesse momento decide pegar no esfregão de novo e começar a lavar a louça mas antes de fechar as torneiras sorri, e depois de as fechar pensa que aquele é o melhor momento para reflectir, sempre olhara o lava louça como um processo confessional, em que ao lavar cada objecto sentia-se ela própria a lavar o seu interior, sorri mais uma vez e olhando em redor para a cozinha continua mos seus pensamentos:
Sacralidades domesticas rituais ancestrais magias do avental, da candura de todas as cores, sacralizações da dor, tragédia domestica dos actos inexplicáveis, Pousa o esfregão e aliza o avental com um gesto lento quase dualístico e respira fundo, nesse instante sente-se preparada para enfrentar a louça e enfrentar-se ela própria com ela própria, só assim fazia sentido o acto sagrado que ia realizar. Pousa as mãos no lava-louça e sente o seu toque frio, respira fundo mais uma vês pega no esfregão e olha para a agua e vê que os resíduos que continha a louça começara a desprender-se dos objectos, respira fundo mais uma vez e sente que o acto que vais efectuar vai ser também ele de desprendimento, de purificação, introspecção e reflexão, mergulha as mãos na agua e sente o seu calor nem demasiado quente nem demasiado frio tépido como se requerem estes momentos pensou ela para os nos do seu avental, e apertando o esfregão que levava na mão aperta-o energicamente libertando detergente como se aquele gesto e aquele apertar fosse o inicio do acto de contrição que é a essência para a purificação, como se o detergente fosse peça obrigatória como erra no lavar louça.
Vê o liquido amarelo a desprender-se e passado um momento entre o apertar e o respirar começa a movimentar as mão provocando a agua e o detergente a uma luta tendo como finalidade a libertação branca da espuma como se aquela espuma fosse a ladainha de um purifica il corpu, purifica mente, hino silencioso mas de calmo ruído em que cada bolha que rebentava ámen dizia nas explosões interiores que dentro dela começavam a povoar a sua memória.
E nesse momento acha que desde pequena cad vez que levava a louça sempre olhara para aquel processo como algo místico, pois ora regredia ora analizava o presente o seu dia a dia, a sua vida vidinha de pequenos nadas e saber olhar paraa aqueles pequemos nada como sa fosse um grande momento, saber ver saber encontrar no que é despercebido algo algo que fala que quer dizer algo, dentro de um todo, onde o todo tem um discurso e olhando as particularidades descobria-se pequenas mensagens, poesia, sim poesia presa na garnde mensage, os pormenores são poesia consomen-se depressa e fica a remoer la dentro na caixa do pensamento. As perolazinhas da grande mensagem. Entretanto pega num prato estrega com o esfregão e olha para a espuma, nesse momento decide analizar a espuma do prato desde pequena achava piada pois cuando lavava os pratos de outros bem como o seu este atravez da espuma contava coisas desenhava coisas que falavam da pesoa que ali comerra, dera-se conta disso já há alguns anos quando vivia com alguém que naquel passado conseguira que os seus lábios pronunciacen o verbo amar. E com o tempo comessou a saber da pessoa e dos seus segredos pelo prato na pia do lava-louça, na pia, mas naquela época as vezes ou na maioria das vezes não entendia determinadas coisas, coisas essas que só entendeu muitos anos depois pois determinados acontecimentos fizeram com que aqueles momentos que não entendia fossem so anos depois compriênciveis, ate chegou a pensar que mais valia não saber pis então tudo fora encenado dudo fora encenado,….., nesse instante parou e voziferou:
- chega, chega, já la vai…..ja remoi demais sobre isso, sobre aquel sujeito, que rindo so pronunciou mentiras aquela boca nunca foi cincerra. Sinceridade naquel ser nunca foi a base da relação, aquel gajo foi um manipulador, fui uma boneca de trapos nas suas mãos, mãos sádicas havidas de prazer desmenbrando tudo todo o meu eu, menino sádico que quando tem um novo brinquedo em vez de brincar, so se sente bem em desfaze-lo em bocados. …. Para,.. para. O presente agora aquel presente é outro, aquel prato é de outra pessoa, aquele prato é da J., mas aquel prato parece que conta uma historia igual a do seu passado, uma historia feita de manipulações, mas nesse instante para intrigada, mas aqui ela ela esta a ser manipulada, por l., Para  voltou a pensar é tarde tens de pensar que esta tudo bem e que elas estam bem que o tipo que anda com j. até é boa pessoa, mas nesse instante da mais duas voltas ao esfregão no prat e , ….fez-se um silencio e tremendo com as mãos exclamou, afinal ela quem manipula é ela, e ficou petrificada, sentiu nesse instante a mão de J. na sua carra que ficarra marcada, …. Agora entendo sertãs coisas, aquelas sugestões, …. Que coisa afinal….. bem deixa acabar a louça a espuma ali era como o anuncio essa não engana.
Respira findo e já com a mente em branco lava energicamente os pratos sem dar oportunidade a que nenhum pensamento ocupasse a sua estranha forma de na pia lavar a louça.
Colocoprato a prato no escorredor,tira a tampa do ralo e nesse instante em silencio vê a agua a entrar a fazer o remoinho nesse instante debruça-se e olha para o sentro do remoinho da agua e dentro dela pronuncia o que nunca voziferou, ergue a cabeça volta a pegar no esfregão e lava a pia, e com o dedo faz círculos no ralo para ajudar a água a evacuar, é esse instante que sempre a fez estremesser, era aquel movimento com o dedo no ralo que as vezes fazia tremer o seu corpo, ao fazer aquel jesto tremera de muitas formas, para ela aquel momento era tocar a supreficie do espelho e sentir ligeiramente um putro lado, o outo lado o lado de la do segredo das pias, ….parou e fechando os dedos sentiu cócegas na ponta do dedo depois esboçou um soriso e teve um calafrio, retirando a mão daquela posição parecia que levara um choque eletrico.
Olha o dedopara confirmar se estava bem, e depois de ter a serteza que estava tudo bem, pega de novo no esfregão dasse conta que a agua da pia praticamente desaparecerra e já estava naquel momento en que o ar também comessa a ser introduzido pelo ralo juntamente com a agra produzindo um som de ggggrreee tam abitual mas os sons nunca foram iguais cada dia o son daquel momento fora sempre diferente, parecia sempre igual mas havia sempre variações subtis mas sempre diferentes.
Nesse instante parece que acorda de um acto hipnótico e com a ajuda do esfregão limpa a pia e  depois de passar o esfregãp passa a pia por agua limpa, e depois de ter a certeza que estava tudo limpo e os pratos a escorrer, regressa para o quarto, par primeiro junto há porta da cuzinha, limpa as mãos ao avental pois estavam limpas mas mulhadas,, e depois de secas, desata o nó, e retira o avental voltando a colocalo no seu local habitual por detrás da porta da cuzinha.
Mas antes de ir para o cuarto recua, abre a porta da cuzinha que da para a varanda das traseiras mete a mão ao bolço tira o maço de tabaco e o esqueir, acende o cigarro e fita o horizonte noturno, fitas as luzinhas da via publica que via daquel balcão sobre un pedço da cidade, que era sempre diferente , e depois de dar a primeira passa, mentalmente comessa a cantar Marisa dos montes, e sorri, pois desde pequena renomeava sempre os nomes dos artista como brincadeira pessoal, que por vezes era encomoda pois as vezes em vez de dizer Marisa monte saialhe Marisa dos montes, mas para ela aquela era uma brincadeira que fazia com todos os que ademirava, tornando assim o outro mais intimo, pois por existir e fazer do canto ou do cinema forma de existir e ela como consumidora existia também tornando um vinculo de procimidade, e nesse momento a Marisa já cantava ….Silencio porfavor,    ….., sori e parece que naquel cilencio que encoontrara naquel momento ali naquel momento de uma cidade silenciosa um momentinho seu, e ai as luzes do horizonte, pareciam que acompanhavam com o brilho seus olhos brilhantes,  …. Eu trago uma dor, ….que guardo no peito,   …… suspira, e naquel suspirar sentiu que o fantasma do passado fora embora.
Termina o cigarro feicha a porta do balcão e vai para o quarto, a janela, as novas janelas, que trouce a tecnologia piscava, decide ver como esta o jogo, decide ver, o que aconteceu naqueles entretantos do tanto contar, pontilhados de silencio, onde ate regrediu chegando a pronuncia incosciente do seu verbo amar.
E nesse instante, inconsciente pega no rato clica, ummmm nova mensagem, relatório de expedição expacial, e pensa que tenha cristais , clica e nada, nada, um que posso fazer, vou ter de esperar, isto de explorar tecnologias sobre astrofísica tem muito que se diga, vê que ainda lhe faltam muitos cristais, dnb não esta a jogar para dizer nadas ou somentes como vai isso, coisas de jogadores, e clicando na outra janela comessa a ler sobre formas de analise gravitacional entre corpos, nada melhor que jogos espaciais e leituras sobre o mesmo, comessa a ler e  na não me apetece nada disto
Já sei, abriu o Word e pensou para consigo vou escrever a minha epopeia no jogo, e nim repente  comessa a teclar e a escrever:
Princesinha do Cosmos

Introdução


Esta historia é inspirada neste jogo nas aventuras que tenho tido nele, bem como na literatura mais diversa,
“Toda a realidade começa por uma ficção que o verbo da existência as vezes torna realidade”
Paulo Santos, “Historias dos comedores de Histórias”


As Origens


Da poeira de Titã no cosmos deixada
Solitária a seus olhos mas bem vigiada
Andróide nome de planeta, Princesa guardava
Passaram-se os tempos do mecanismo do tempo
Do jogo das horas em fusos diferentes e todos a jogar
Andrómeda vagarosa seguia no seu canto
Promovendo sua cultura, penteando seus cabelos
Na arte de esperar, acumulando a poeira
Reciclando os cristais, dos destroços, das guerras
Reciclando e de novo a se formar, renascendo das poeiras
Promovendo as industrias para nova industria
A por a gravitar, grávida de vida, na vida sacrificial
Do po das estrelas cristais do eterno reciclar voltar
As gravitações, posicionamento do estar desapercebidos
Para regressar, dando a perceber, que do pó das estrelas voltara
Nos ciclos do criar sempre recriar, paixão verbo
Pronúncia do fado do eterno encanta, que canto
Que se levanta murmúrio lento, tornando-se aos poucos
Grito de espanto, encantos que se anunciam, dos renascimentos
Ainda mal acabados de murmurar, pronúncias duma civilização
Sempre renascida do pó das estrelas cristal reciclado da salvação.

Lento inicio fala a lenda, que perdido planeta em quadrante velado
Sobras de guerras, De antigas lendas das origens do cosmos
Na memoria e nas oralidades guardado
Recordadas mas mal guardadas, na geral memória,
Só por poucos guardadas e acalentadas, nas esperas do jogo
Se murmurava que iria regressar, surdinas das ladainhas antigas
Guardadas em formas de cantigas, ritmos que ajudam
A memoria na balbucia do som, guardar lembranças
Linguagem das entoações abstractas, que despertam a esperança.
Fogo renascido da música das lembranças, Big-bange da memoria
Dos ciclos dos cantos epopeias da paixão do espanto
Esperanto do todo saber em esfera geometral todas as formas da geometria
Navegação de esquadro, compasso, régua, fio e laço
E sempre o metro no seu passo
Primeiro risco traço, inicio do circular abraço,
Historia que vou agora começar a contar.

Depois da grande guerra, Titânica origem das formações
Vestígios do pó espalhado, da luta dos gigantes como resultado
Mas invisíveis mãos do agregar para de novo formar
fez surgirem  de novo todas as criações.
E criadas expressões inicio do significado das discursares,
Geradora de discórdias, primeira guerra, que do pó deixou e nele o segredo encerra
Escondida em planeta esquecido jovem princesa, vivia, guardada por quem promovia as artes das minas, para dali gerar energia, assim pesarosos no sacrifício,
Começava o auspício de um planeta que era dado como esquecido
Mas ali estava e discreto gravitava, esperando o seu novo ciclo.


As minas


Planeta inóspito e remoto num sistema solar pouco movimentado
Com os destroços do passado, sobras das tecnologias
Começou seu canto para de novo florir, libertando-se assim do seu pranto
O seu canto que até então fora sempre calado,
Murmúrios da solidão, canto semente que espera o tempo, do tempo, gérmen,
Fermento, explosão, renascer, voltar e do pó das estrelas ciclo do ciclo do reviver
Argutas nas façanhas inspirada na tradição
Lança mãos aos arquivos, e toma o estudo por amigo
E passado um tempo a central de energia solar entra em produção,
Esforço, suor, desejo do seu Fénix interior
Convencendo seus conterrâneos do novo inicio que estava a despontar começam por reabrir a mina de metal, seguida numa segunda fase com a produção de cristais
E por fim reactivando o sintetizador de Deutérios
Aos poucos teve bases para começar a produzir para seu planeta florir no sistema solar entre poeiras sua quase perdida civilização voltar a florir
Assim aos poucos suor e muito esforço conseguiu juntar materiais

Um dia disfarçado um viajante do espaço,
Nas suas explorações dos vários sistemas solares
Detectou actividade no planeta e curioso decidiu investigar
Encontrou uma moça, tímida só,  tentando construir dos escombros uma civilização perdida
Tratando tudo como se pertencesse a um “corpus vite”, e tudo era um corpo na vida
Sem armas cheia de sonhos, mas com muitas lacunas no recomeçar
Valia-se do engenho, e a astúcia, curiosidade, improviso, argúcia,
Aconselho-a na produção de robôs, solucionando assim a escassez
Da mão-de-obra que sofria, pois da tragédia poucos haviam sobrevivido
Daquele dia fatídico, revés
Assim poder começar
Foram défices estes tempos, muito estudo e investigação
Manuais de mecânica e micro dinâmico
Quase a afastavam dos sonhos do renascer a sua perdida civilização
Mas com esforço e ajuda
Do viajante qup


Olha para a janela do jogo e mensagem, era qup, a responder, a sua habitual mensagem de cortesia:
looool

pois, sao vidas

xD

Não tinha opinião sobre qup era outro jogador como ela e devido ao facto dos seus horários de jogo serem coincidentes e estarem no mesmo sistema trocam mensagem de cortesia de vizinhança, assim como os outros ela decidiu desenvolver uma boa vizinhança naquele sistema, mas se for atacada, ai iria nascer a guerra,
Ela responde:
fica bem

Amanha é outro dia
Nesta galáxia sempre em construção
fica bem, pois são visa.
Tx

Olha mais uma vez para os marcadores do jogo repassa os planetas faz uns acertos e põe quse a frota toda em slot.
Só depois de bem montado o sistema defensivo diz, para com ela:
- Agora xixi cama, e boa noite a todos os cosmos a todos os sistemas estelares e planetas.
Nesse instante da-se conta que devido a solidão dizia boa noite abstractamente, mas a partir do momento que começara a jogar dizia boa noite ao universo dizia boa noite em geral, a grande casa onde somos todos incluídos, e se a vida é reflexos de escalas e eu estou numa casa então há 21 casa cósmicas, nesse instante, diz:
- Basta, basta, xixi cama já é tarde, mas os pensamentos continuam sempre presentes sempre os fieis companheiros por vezes fieis por vezes não tanto, mas eram os seus companheiros, os pensamentos. Dirige-se ao quarto de banho lava os dentes e nesse instante ao ver a sua imagem no espelho sente o passado reflectido, vê o seu universo, vê o reflexo da mulher que apesar da idade ou da falta dela continua ali continua pugnando com o espelho continua há procura, valquíria, mas aprendera a ter gritos silenciosos interiores, os seus gritos de guerra eram pessoais a guerra que tinha de enfrentar era ela própria.
Volta a analisar a sua cara reflectida, passa a mão como se explorasse cada vinco cada avolumem, e dá um sorriso, olha de esguelha para o suporte anexo ao lavatório e lança um sorriso, nada melhor que lições de beleza antigos, por falta de leite de burra um creme nocturno sempre ajuda para ainda andares nas curvas da vida, coloca o creme na cara esta fica uniformemente branca, volta a olhar-se ao espelho e com um sorriso mental pensa,
- És tão vaca vacona
Sai do quarto de banho pega no maço de tabaco que estava pousado ao lado do PC tira um cigarro acende-o e regressa de novo ao quarto de banho, senta-se na sanita e nesse instante da uma gargalhada, e regressa aos seus pensamentos, mas sempre a sorrir, nos pensamentos.
Que vicio diz ela para consigo, já quando estava junta este era o momento complicado lavava os dentes e depois o cigarro sentada na sanita, este espírito índia de fazer xixi e fazer fumaça, e volta a sorris, e nesse instante ao pronunciar estas palavras sente a sua adolescência sente os primeiros cigarros, e recorda aquela linguagem perdida de fazer fumaça como código de sedução dos miúdos, naquela época o cigarro tornava-a poderosa sentia-se uma Greta com Garbo num recreio micando os chavalos e insinuando-se, sem pretender nada a não ser simplesmente o prazer de provocar, de deixar inquietos olhares,
Da uma passa no cigarro e continua sentada na sanita, entregue ao seu cigarro e aos seus pensamentos, e nesse instante ao recordar o passado sente uma carícia desse passado, e começa a analisar a vida através de um cigarro na mão sim nos primeiros fui uma Greta sedutora empunhando um cigarro, depois uma Marlene, tornando o cigarro do preliminar um acto de sedução, como ela diz numa musica era a lâmpada acesa que atraia as mariposas nocturnas, seduzindo-as, depois de cigarro na mão parecia uma Marilyn sedutora mas com aquel ponto de humor que entre passas deixa passados os homens ai o cigarro esse erra o soriso do finalmente, o sorriso da passa olhando os lençóis desfeitos e olhando quem dormia a seu lado, quando dormia, pois ai perdera a paciência perdera a paciência de compartir o sono, ficara com o cigarro, e havia muitos em que o maior prazer que tinha era fumar o cigarro e velos vestir as calças, para irem embora, sim havia homens que por muito interessantes que focem não tinha a paciência para dormir com eles, mas gostava de dormir nos lençóis usados, para ela dormir nos lenços depois de ter feito sexo fazia-se sentir uma dessas mulheres das inúmeras histórias gregas, ou uma vaca de tourada que tira o touro da arena, mas a certos homens, por vezes dava a oportunidade a que regressassem, os homens ai os homens, e naquele instante da ultima passa no cigarro, tentando aspirar o fumo lentamente, mas sempre entregue aos seus pensamentos,
- mmmmasss ….. Mas por muito que os critiquemos não conseguíamos viver sem eles, e nesse instante dá uma gargalhada, e diz vociferando entre gargalhadas baixas:
- Deve ser pela caixa de mudanças, o problema é que gosto de ir a toda a velocidade a prego a fundo. Da mais uma passa abre a torneira do lavatório sem se levantar da sanita, e apaga o cigarro no fio de água que entretanto, saia da torneira que abrira. Coloca o cigarro apagado no balde do lixo, desvia a mão para o rolo do papel higiénico tira um pouco limpa-se, e deixa cair o papel na sanita, e sorrindo volta a dizer:
- Já esta o xixi agora a cama,
Levantasse sobe a calcinha e caminhando aos pulinhos como se fosse uma miúda reguila caminha em direcção há cama e da um salto para cima desta acomoda-se cobre-se aconchegando-se e antes de fechar os olhos diz um boa como se tal boa noite diminuísse a solidão daquele momento.
Ainda esteve inquieta na cama sentia o PC a trabalhar e mas estava descansada o jogo transformara-se agora num pretexto criativo, um pretexto para escrever uma historio, agora era a história que a ocupava agora era o contar algo e como conta-lo. Ainda teve tempo para pensar como seriam determinados personagens e que papel desempenhariam mas ai o cansaço o sono ou tudo a mistura decidira beija-la dando-lhe a boa noite que ela desejara a todos.
O som estridente do despertador ecoou pelo quarto e meia inconsciente tentando agarrar a consciência que ainda dormia num gesto mecânico e perigoso pousa a mão no despertador e tenta desliga-lo, não consegue faze-lo há primeira, e violentamente salta da cama furiosa com o relógio, pestanejando tenta ver o botão e só depois de pestanejar é que desliga o interruptor, ainda meia ensonada mete-se no chuveiro e rapidamente despoja-se dos suores nocturnos, acordando o corpo com a tepidez da agua, sai enxuga-se ao lençol de banho e coloca-se em frente ao lavatório e mais uma vez ali esta ela e o espelho, ali esta ela e o seu eu invertido, e neste acto de ver e analisar pega na toalha que se encontrava ao lado do lavatório e comessa com ela a secar o cabelo, retirando a humidade em excesso mas deixando o cabelo húmido, depois agarra no frasco do gel e faz umas virgulas como as garçonetes de um tempo mas ela não tenha o cabelo curto apenas gostava de ver as virgulas no seu rosto, enquadrando-o e dando-lhe realce, depois pega mo cabelo que penteara para trás e apanha-o titã um elástico da ciaxa dos elásticos para o cabelo e prende-o depois divide este em três e faz uma trança que enrola depois segurando-a com uns ganchos. Depois de sentir que o cabelo estava preparado para o dia passa um creme de dia pela cara delineia os olhos com o elainer tornando-os maiores mas sem exageros para ela a maquilhagem tinha que ser discreta, gostava de contornar os olhos mas sombras coloridas essas só as punha em ocasiões que requeressem a importância e cor. Pinta os lábios carnudos com o batom carmim durante muito tempo olhara para os seus lábios como uma coisa feia por serem carnudos, a siua mãe sempre desde pequena cada vez que falava dos seus lábios ea só para a chatear, dizendo esta rapariga tem cá uma beiça, parece uma princesa beiçuda, naquela época eram bocas daquelas que a deitavam a baixo, e sempre se achara feia mas interessante, ate que começara a namorar, e entre os beijos roubados ele suspirava ai esses lábios dá-me ca um prazer so me apetece camelos a beijos, e de tanto beijar e tanto suspiro galante a voz da mãe deixara de ecoar na sua cabeça, e os suspiros esses faziam parte do presente.
Mas sempre olhara para os lábios com cuidado deu-se conta que não podia usar vermelhos muito vivos pois destacavam-se de tal forma que parecia que faziam desaparecer o resto da sua carra, mas com o tempo aprendera alguns truques, antes de passar a cor final na parte central mais carnuda usava um a cor clara ou branco que depois com a cor final por cima aquela parte ficava mais clara dissimulando e dando a sensação que estes eram menos carnudos, nunca gostara de riscos de contorno, entendia as mulheres que tinham necessidade de contornar os lábios mas ela achava para ela aquilo desnecessário e nela em vez de ajudar pelo contrario tornavam os lábios menos reais.
So depois deste momento sentia-se vestida ou antes com armadura para enfrentar o dia, dirige-se para o armário e veste-se sem ocupar muito tempo com o programar se isto combina com ou não combina para ela olhar o guarda-roupa era olhar para um mundo de armaduras de cores, que a protegiam no seu dia-a-dia. Naquele dia ela sentia-se vermelha, azul e branca, e la se vestiu não esquecendo que iria enfrentar um dia trabalho em que estaria a atender pessoas tinha que estar apresentável com um sorriso sempre agradável.
Depois deste momento olha para os sapatos e perde um pouco de tempo, acha o sapato aquela peça fundamental, mas opta pelas botas tacão agulha metálico, com elas sente-se poderosa, montada naqueles tacões sente-se uma amazonas.
Depois de vestida bota calçada olha em redor o quarto ajeita a cama, pega na bolça que estava na cadeira do quarto e sai, mas volta a entrar, e meio a resmungar diz não esta pochete não esta pochete não vai com vermelho, volta a abrir o armário e tira outra mala
- Esta si de arrumação completa, e vai para a sala com os dois sacos, despeija um na mesa e escolhendo o que acha que é imprescindível para o seu dia vai colocando as coisass no saco que decidira levar, repetindo em voz alta,
- Os documentos, …. o estojo; onde tinha as canetas de escrever e retocar os olhos onde o batom também esta mas nem se da ao trabalho de verificar a cor pois era sempre carmim.
 O saquinho, …. Onde guarda elásticos e ganchos, o pente.
 O computador, …. Pequeno mas potente discreto no tamanho, ali estava guardado tudo, ali e no PC tinha os segredos os contactos as diversões, so faltava ser o passo de dança, era o desabafo, era o instrumento que lhe permitia deixar de ser quem era para ser outra pessoa, e nestes jogos de avatares ela gostava de ser radical, pois era uma forma de se posicionar, a sociedade virtual tão profetizada criara uma sociedade de mliti-personalidades, o sujeito tornasse plural pela via das mascaras virtuais, de proximidades onde as distancias com a realidade eram a essência de uma forma de ser na rede. Mas o mero facto de usar avatares ela sabia bem quem ela era o avatar era uma forma de se posicionar na rede era como as minissaia, mostra-se o que queremos, ou como as armaduras esconde-se o que queremos.
Depois de confirmado o saco e os objectos que são a extensão da sua forma de ser, uma parte dela e do seu mundo anda nos sacos que carrega. Dirige-se há cozinha abre o frigorifico tira um iogurte bebível regressa a sala pega na mala, anda até a porta do apartamento abre a porta com a chave que deixara na fechadura retira-a abre a porta sai do apartamento fecha a porta a chave caminha em direcção ao elevador chama este e enquanto aguarda abre o iogurte e e começa a bebe-lo lentamente.
Ainda mal tinha dado o primeiro golo ouve-se o plinnnn….nnn de chegada do elevador as portas abrem ela olha para o seu interior confirmando se o espaço estava realmente vazio entra e carrega no botão R/C, sai e só naquele patamar sente-se cheia de pressa, olha para o pulso e nesse instante da-se conta que se esquecera do relógio.
- Merda, merda, merda, nem Seia s hora mas nem vou para trás começa a andar apressadamente sai do edifício e vai para a paragem do autocarro em frente ao edifício, quando comprara a cas um dos seus requisitos foi a paragem do autocarro perto, enquanto aguardava acende o cigarro da duas passas, e pensa
- se tivesse acendido o cigarro mais sedo de certeza que fazia a curva do fundo da rua mais sedo o autocarro, porque será que quando se acende um cigarro na paragem de autocarro este aparece quase sempre.
Entra mete a mão há carteira e tira o passe, a cara do condutor era uma das varias que já lhe eram familiares e faziam habitualmente o percurso diz bom dia e senta-se no local que habitualmente ocupa.
Tira o computador abre-o e aguara que este fique operacional, abre o Outlook onde tem os vrios endereços que utiliza cada qual para o seu fim. E repara que já entrara a conta da luz e que já tinha sido processado o pagamento confirma as entradas e decide abrir o jogo para saber o que tinha acontecido, vê quem esta em rede manda uma saudação geral a todos e começa a ver o que aconteceu a sua estratégia, nada estava tudo igual nenhum insone ou madrugador fizera estragos, e confirma a estratégia, e decide pôr-se a ler os mail`s liga o msn e começa a falar já com a colega que ia noutro autocarro em direcção ao trabalho.
- Chegastes bem
- cheguei, ainda bem que foi a Luciana a conduzir, como deves ter reparado eu ontem bebi um pouco,
- sim mas nada de especial para quem te viu já perdida
- e tu como passastes, ainda presa ao jogo
- não mas depois falamos, ta, tenho que falar com outra pessoa
E contigo conto as coisas no trabalho. Intervalo ou almoço
 Ta fofa
Jus jus

E decide abrir outra caixa de diálogos
- ooiiiiiiiiiiiii
- já conectado,  não te conhecia tão madrugador,
- já e já no escritório e tu
- Autocarro
- e o carro?
- Na garagem
- Linda menina
- estou kuase a chegar,
Vais estar ligado
- Não
- Manda email a combinar, jantamos
 - Ou ………………. Marca algo

Fecha a tampa do PC e põe-se de pé rapidamente e dirige-se para a porta de saída. E nesse entre-tempo coloca de novo o PC no saco.
Sai do autocarro e apressadamente dirige-se para o trabalho, o seu passo apressado fazia soar um toke toke produzido pelos seus saltos como se fosse o seu grito de deixem passar quem de salto vai trabalhar, toke toke. Entra no edifício apressadamente dá bom dia ao recepcionista mas sempre com ar de quem esta com muita pressa para na porta do elevador e carrega no botão , as portas abrem logo entra e volta a carregar no botam que corresponde ao andar onde trabalha, o elevador sobe, para as porta abrem e dá-se conta que não tinha chegado ninguém , senta-se na secretaria liga o equipamento informático e decide tomar um café enquanto não chega ninguém.
Já estava sentada quando começam a entrar os colegas, ela já estava a despache informação e a dar respostas a empresas e a reencaminhar encomendas.
Os colegas à vela já compenetrada no trabalho acrescentavam ao habitual bom dia o parece que caíste da cama, ela com um sorriso postiço consentia com a cabeça acrescentando
- Sabes, sonhei contigo e olha no que deu
Eles olhavam-na e calavam-se logo.
Já a conheciam e sabiam que tinha dias não, já tinham tentado fazer-lhe a folha devido ao seu sentido de humor dos dias não pois dava sempre resposta as provocações.
Mas ela naquel dia não estava num dia não, nem sequer coma menstruação, esteva na defensiva e estava com a cabeça no trabalho e na historio que tinha começado, mas sobre isso não podia comentar era uma coisa que aquelas pessoas embora pudessem entender a relação que mantinha era meramente profissional, e já chegava os comentários sobre ela que se faziam as suas costas pois não compreendiam como não conseguia ter um namorado fixo.
Num daqueles dias não uns anos antes tinha-se chateado com um colega pois promovera um sistema de apostas sobre quantos dias se mantinha o homem que a esperava há saída, mas o problema era que utilizavam as gravações das câmaras de segurança que filmavam a entrada para analisar.
Soube-o pois uma colega surpreendida ficara escandalizada quando um senhor de idade estava a sua espera e no dia seguinte mandava indirectas sobre amor na terceira idade, e sobre pessoas que se aproveitam de velhotes, ao principio não entendia as indirectas mas passado umas horas chegou a conclusão que eram dirigidas a ela, foi ai que decidiu encosta-la pa parede do WC e faze-la cantar de uma vez por todas o que não tinha coragem de dizer directamente foi assim com a ajuda de um tacão encostada ao queixo que a colega confessou tudo bem como o jogo de apostas sobre os homens que a vinham espera.

Mas essa historia teve muito que contar, pois depois de sair do quarto de banho decidira confesar que tinha uma vida normal conhecia muitos homens e uma viad sexual bastante activa mas tinham-se enganado com o senhor de idade pois era o seu pai.
Depois do comunicado dirigiu-se ao gabinete do administrador e pólo ao corrente do sistema de apostas do escritório, argumentando a falta de produção dos colegas a partir desse dia e devido ao cargo que tinha conquistado naqueles últimos anos e como era responsável pela secção decidiu ser mazinha roçando um certo prazer sádico, no tratamento.
Mas as coisa mudaram, ouve intermediários e tudo, e o tempo pouco na sua prespetiva decidiu deixar de fazer o papel de mazinha mas foi melhor assim.
Isso implicou que determinadas festinhas dos grupos de trabalho a eliminassem da lista de convidados, com excepção dos convites oficiais da empresa.

Mas naquele dia ela estava diferente, aquele tempo que tinha estado sozinha pôs tudo delineado, e só era seguir a estratégia habitual dela em processar os dados e canaliza-los para serem tratados nos diferentes sectores, ela estava entregue a casos difíceis reclamações que já tinham entrado e não foi possível dar uma resposta satisfatória ao cliente, mas mesmo assim recebia imensa informação que tinha que direccionar para os outros tratarem.
Luciana entretanto envia um Mail
Café ???
Pausa??

K se passa?
Já corre mexerico??

Ela responde:
Ok, mas ja


Levanta-se e ela ainda não tinha chegado, mete a moeda e espera entretanto chega a Luciana
E depois do habitual olá, e terem dispensado o habito dos beijinhos, ela pergunta
- que se passa,
- Nada estou bem cheguei sedo ate vim a correr pois pensava que estava atrasada, estive a ver os mail`s no autocarro e até me esqueci de ver as horas no PC. Mas esta tudo bem. E contigo
- bem meia em câmara lenta mas bem, gostei do jantar, a tua amiga era simpática, e depois a sorrir continua, eu acho que o pessoal nem sabe que tens amigas, bem sabem que nos damos bem e acham estanho
- eles deviam saber que já éramos amigas antes da historia das apostas
- Pois mas sabes como sam as coisas
- Olha nem estou ai para essas coisas, tu bem sabes como sou.
- Pois sei . e ate nem misturas as aguas aqui só falamos no café e quando vamos almoçar juntas
-olha eu comecei uma coisa ontem que me esta a ocupar a cabeça comeceis escrever uma história ainda não sei bem o nome a princesa ainda também n tem nome
- História, princesa, mas … não esou a entender,
- Olha, aborrecia-me estou farta de chegar a casa ou com um tipo diferente ou sozinha, e o único animal fiel é o computador. Tu bem sabes que eu pelo computador faço muita coisa
A lolita namora, e…
Mudemos a conversa, sabes meti-me por acidente num daqueles jogos de naves, so ke bem diferentes daqueles antigos que parecia que a nave disparava en todas as direcções, não é uma coisa de putos de estratégia, mas anda la pessoal que não deve ser assim tão puto,
Olha ao principio achei piada mas logo ficou monótono, e abri o Word e decidi com a história eou o pretexto do jogo escrever uma historia,
- Estas passada,
- Estou nada, foi já depois de terdes saído, sabes pus-me no computador e comecei a escreve
- Muito bem agora virastes escritora
- Virei nada, é uma fuga é uma forma de me entreter.
- Imaginava-te mais a saíres sozinha …………. Atacares divorciados em bares.
-bem se alguém ouve ate parece que ….
- Não, não parece mas se reparares a tua vida sentimental é feita de relações descartáveis.
- eu sei era uma forma ….. De conviver, e já falamos sobre isso
- Sim ….Mas
- Mas … vamos trabalhar continuamos depois, almoço,
- Sim …
- ok, bem sabes que não gosto de falar disto aqui, deita o copo de plástico ao lixo e da dois passos vira-se e diz: és tão engraçada esse rosa fica-te tão bem, onde comprastes, …
- Estão tola,
- ui … tola e favor e a rir-se dirige-se para o seu local de trabalho
Sobe a secretaria já estava um memo a dizer vem ter comigo reunião ademin. Nade de grave mas …la falamos.
Olha em volta, e decide ir para o gabinete da Administração. Bate há porta, e escuta o habitual fassa o favor, e entra.
- Há veio depressa, sabe é para lhe dizer que vamos ter uma reunião e a sua presença é imprescindível. Diz o administrador, olhando para ela com um sorriso meloso e de cordial simpatia.
- Mas não pode adiantar nada, tenho que trazer alguma informação em particular,..
- Descanse, não é nada de anormal, mas vamos entrar num novo sistema operacional e de trabalo e queremos saber da sua opinião.
Pois tem um grupo a seu cargo, e estamos a pensar numa nova forma de trabalho. Pode ir almoçar descansada, a reunião é de tarde mal cheguem os sócios reunimos e já sabe como é a coisa nunca primam pela pontualidade, mas esteja preparada, envio um email ou vou chama-la directamente.
- Obrigado, e sendo assim até já
- Ate já, e não se preocupe…. Prolongando o e final como se acompanhasse a mão a fechar a porta e deixando um e como se e algo iria acontecer.
Saiu mas se as palavras que ouvira a tenteassem acalmar ela não se sentiu assim calma, e ainda por cima com os sócios, segundo a sua perspectiva e pelos dados que lhe passavam pelas mãos a empresa ate ia bem, tinha um leque de clientes vasto, tinha-se expandido internacionalmente abrindo gabinetes nas capitais europeias como forma de marcar a sua presença. E tentando captar assim novos clientes. Mas …. E faz silencio, começa a bater com o pé no chão como se o versozinho estimulasse o movimento e ao ouvir o som , levanta-se e vai ter com Luciana, ao chegar ao pé dela diz:
- Vamos já esta cuase e como quero entrar meia hora mais sedo, vamos almoçar agora.
- por mim tudo bem, mas… o que aconteceu, pois o normal é seres a ultima,
- Falamos enquanto comemos, assim não perdemos tempo e hoje prefiro, entrar mais sedo.
- por mim tudo bem. Põe os sistema dela a hibernar e pega na sua bolça veste o casaco, e diz, podemos ir.
- então vamos.
E dirigem-se para o elevador, chegando a porta deste Jaime o administrativo também aguardava o elevador, vendo as duas também preparadas para sairc, com um sorriso de quem na surpresa surpreende e é surpreendido, cumprimenta-as:
- vão almoçar?
- sim … eu   tentando justificar-me Juliana, sendo interrompida por Jaime que prossegue:
- Também decidi sair mais sedo para entrar mais sedo nunca se sabe a que horas vam chegar e prefiro ser eu a esperar
- pensei o mesmo, e como almoço sempre com a Luciana fia boscas
- fez bem,
A porta abre-se e eles entram, ele num cavalheirismo torpe insinua que passem a frente, ele entra e continua.
- já sei isto de dar a vez as senhoras…lança um  sorriso, meninas, já teve os seus dias agora os dias são outros , depois damorte do antigo paradigma as coisas mudaram. Para dizer a verdade acho que a fase da satisfação ainda não chegou mas tudo mudou, as realidades essas mudaram ligeiramente.
- sim, mas o nosso trabalho é esse …..
- Sim, est empresa especializou-se nas artes da recriação da realidade, por isso temos um leque tão grande de especialidades, mas somos mais que a empresa somos nos e somos indivíduos por muito massiva que estejam as mentalidades, pensamos, agora que o possamos comentar é diferente, ou dar uma opinião.
_ o interessante é que tudo parce igual mas nada esta igual,
- tudo mudou e vai mudar
- Ache que a reunião vai sobre isso
- então também não sabes ao certo que pontos … tópicos vão ser analisados
- não, não sei, a única coisa que sei e me pediram para fazer foi contactar as pessoas que querem que estejam presentes na reunião
-mas afinal quem vai estar
- Parece algo importante, todos os chefes de secção.
- Todos
A porta abre-se e saem do elevador ele tenta ser de novo galante mas como se encontrava em frente da porta deu-se conta que naquela situação a melhor opção de galanteio era ele sair primeiro , elas seguem-mo em silencio esperando a resposta da pergunta insinuada no elevador, mas ele não diz nada, passa pelo recepcionista acena com a cabeça como forma de saudação e pontuar o seu taimingue, da dois passos e já no exterior volta-se para elas e diz:
- sim todos, bem todos não o recepcionista não foi convidado,… e com um sorriso de novo procegue, …. so os dos gabinetes que desenvolvem projectos bem como o pessoal de marketing…. Dando um soriso, acrescentou…. Os implicados,
- Implicados…
- Desculpem o termo, os que potencializam através do trabalho e das suas atitudes a empresa, já reparastes que por detrás de cada projecto há ideias, ideias que são apresentadas e analisadas, e são essas ideias que fazem com que a empresa chegasse onde chegasse.
Mas nesse momento ele dá-se conta que no exterior do edifício elas estão diferentes, e decide acabar com a conversa ou dar a oportunidade de a continuar continuando: mas aço que quanto ao assunto da reunião vai haver a reunião, e eu vou almoçar, as meninas também,, eu vou ao maxin, se quiserem podemos ir, Luciana, nesse instante, interrompe e diz:
- Eu não posso, já tinha combinado como costumamos comer sempre no Mil-Vejetais, reúne-se o grupinho habitual ali, mas vocês podem ir. Juliana interrompendo disse
- Pois é e tenho de falar com a Manuela, ela trouxe-me umas coisas que lhe pedi.
- Como queiram, eu também tenho alguém a espera , por isso o tempo passa e é melhor falarmos depois, ….Meninas bom apetite.
- Bom apetite, e separando-se dirigem-se para os locais respectivos as duas mulheres continuam a andar decididas, mas Luciana decide olhar para trás, e olhando para a amiga diz:
-já desapareceu, eu já estava a ver que íamos comer todos juntos,
- Olha eu também e hoje, não me apetece, e alem disso ele estava a levantar hipóteses sobre a reunião e segundo ele mesmo diçe, também não sabe do que vai a reunião.
- Olha eu não tenho la ninguém a espera
- já calculava.. Também n vai la estar nenhuma Manuela, mas tenho de passar pela livraria ao lado e comprar algo, o Ricardo vai fazer uma festinha e quero ser simpática….
- ummmm …com o Ricardo, bem me parecia que tinha espírito de moleiro devagarinho, devagarinho
- Devagarinho nada já não o suporto, simplesmente como é uma festa de aniversário convêm que leve algo. E já que tenho de levar algo na mão quando entrar levo o livro, por embrulhar, já o embrulho em casa.
- Esperta o livro que te emprestou a Manuela
- Nem mais
A conversar entrarão e dirigem-se para o seu canto habitual e a empregada habitual cumprimenta-as da mesma forma habitual, por serem habituais acrescentando.
- olá, o que vai ser para recuperar forças, o menu da casa como sempre?
- e como sempre com um soriso amarelo habitual pois como habitualmente  passava sempre ficava com a sensação de que eram gozada pela empregada, mas a comida essa merecia que se ultrapassasse a situação. Tendo sempre um sorriso amarelo nos lábios para dizer o sim abitual e já agoraa bebida a de semore
Luciana dis:
- para mim também o habitual
- dois pratos do dia duas sopas, dois chas gelados da casa, sem limão,  mas com hortelã, virando as costas sem reparar se tinha esquecido de algo.
Entretanto elas proceguem, na habitual conversa que anos antes tinha ficado acordado, nesta pausa quando formos so nós tudo menos trabalho.
Mas Luciana diz:
- Reunião…
- sim e  pelo que ouvistes sabes tanto dela como eu, …
- Sabes quando vocês começaram a falar e a palavra reunião foi pronunciada ate apertei as pernas, as notícias são tão mas. 
- Para és pessimistas, as notícias são óptimas, e quando vires que já te chateiam e te podem influenciar pensa que aquilo tudo deve ser entendido ao contrário
- e as duas riem,  e Luciana prossegue:
- Assim não há problemas
- não, não há problemas tudo esta bem, …. Mesmo. Menos os dos pratos do dia que já deviam estar aqui, estou famélica, um iogurte e um café…. O meu estômago já merece algo mais substancial…… e ri estalando os dedos tentando captar a atenção da empregada lançando um sorriso dizendo
- Desculpa …. Mas apressa a coisa pois estamos cheias de pressa e temos de entrar mais sedo
- Sabes como é segunda-feira é sempre mais demorado, e hoje chegaram mais sedo
- pois … teve de ser assim
-bem vocês já deviam ter o contacto quando for assim telefonem que tudo fica mais rápido, …
 A empregada vira costas e entra na cuzinha,  elas as duas entreolham-se e lançam un soriso de cumplicidade.
Entretanto Luciana decide começar assunto:
- Olha explica melhor cá a história da princesa e do escrever, não entendi muito bem a coisa,
Nesse instante juliana conta o que já tinha escrito em traços , gerais
A amiga depois de a ouvir, com um sorriso, mostrando na cara um ar de surpres e entre sorisos diz, bem me parecia que na cama o que crias era um Jeday da guerra das estrelas, bem jedai não sei um dark veda, e lança uma gargalhada, so falta a banda sonora dos peste e sida e a quela como era  de metal ele tina… olha uma coisa assim.
- como, mas a onde tu vais desenterrar musicas, quando falas de musica as vezes parece que fizestes especialização em arqueologia musical, especialmente  lucos anos das realidades permissivas, e letras moías e fins.
E ambas começam a rir, e Luciana prossegue
- pronto, pronto já limpo a nódoa, Florbela espanca-me, esta também é deles
- o spot do pronto
- Não, trenga a da for bela bela espanca-me, Sado Florbela de chicote e lança de novo uma gargalhada que ecoa ,
- ainda bem que chegamos sedo, ..
- já não temos reputação mesmo, somos as vegetarianas, que ….
Para, para.. Que isto do vegetarianíssimo é só por estamos na baixa, e ainda andamos com a do vegetariana por moda, poços são os que fazem dele uma forma e regra de viver, eu tento, mas o vegetarianismo foi criado co uma finalidade, as vezes pergunto-me o significado nas que o tem tem, como dizia o outoro somos todos Experiencias pavlovianas com exclusão…., …… o ke n me desagrada nada, …. Sou tão fufa, e desata a rir…. Menos mal que há salsichas de tofu, e continua a rir.
E desata a rir.
- menos mal que comemos linguiça as escondidas.
E calam-se de repente vendo aprocimar a empregada com os pratos na mão, colocando-os a sua frente:
Já trago os dois chás gelados com muita hortelã, virando costas deixando ao ã da hortelã suspenso a trás dela.
- mas ainda não me falastes sobre o que andas a escrever, sabes depois de me teres aguçado a curiosidade, no café, fiquei intrigada, e para te dizer a verdade acho ke tu tens que estar sempre a ocupar com algo, como dizia a minha mãe, são os bichos carpinteiros, mas tu não fazes tricô, nem pintas bibelôs, não tu gostas é de ocupar e criar historias, e não tens filhos imagino quando os tenhas, coitados ….. Rindo Luciana olha-a nos olhos e continua…. De certeza que um dizia mama, mama porque as nossas historias são diferentes.
- mas para issso tenho resposta, sabes acho que essas historias algumas no seu encanto influenciam as crianças negativamente, sabes todas as historias algumas pretendem quase sempre a destruição, olha a sinderela vai ao baile  perde a virgindade e la se vai o sapato, mas ai ate teve sorte como o príncipe como este tinha sapatos vai atrás dela para devolver o sapato e tela junto dele.
- e foram felizes
- e comeram perdizes … e ambas riem-se , juliana faz uma pausa olha a amiga e prossegue, sabes o que me levou a escrever foi o aborrecimento, esta vida, vidinha, de se morer a cada dia deixa-me desesperada, casa trabalho, trabalho casa, monotonia, e entras num apartamento e o silencio esta tão presente, parece que grafitei com tinta invisível as paredes e nalas aprisionei a minha solidão.
- mas não estas assim tão so tens os namorados a família. Entretanto chega a empregada com os chás e coloca-os a sua frente, elas pegam nos chás e desejam bom apetite, e começam a comes e entre mastigares vão falando.
- Namorados, … Escapes, formas de me ir matando aos poucos e quando saio da cama, sinto que depois da folia, folle se ressuscita mas deste conta que é só a sensação, mas essa sensação ajuda-te a suportar mais un dia do trabalho.
- Sabes depois de ter tido a experiencia da convivência e ter sentido na pel o parzer e a amargura que essa relação te trouxe a vida, sinto que uma ferida flor com espinhos em mim nasceu que não consegue olhar para a outra pessoa sem uma sertã desconfiança.
-Bem sabia que tinhas problemas, ou que o sexo para ti era um escape, mas nunca me passou que levases uma dor que ainda te dilacera a alma.
- Todas as minhas histórias são isso fugas, exorcismos de mim-mesma, formas de verbalizar de diferentes formas a existência, exercícios de expressão, exercícios metafóricos para se darem a tarefa da compreensão de quem os ira ler, mas em outros contextos.
- mas a tua única finalidade é  essa
- não sei, mas falo e ficciono, há coisas que aconteceram e dou-lhes outro contexto,
- quem conta um conto acrescenta um ponto
- Nem mais nem menos, cada bordadeira de toalhas bordadas, em cada ponto conta histórias de mãos de fada.
- já estou a ver, deu em poetiza, vou querer ler, estas a deixar curiosa, há uma princesa, mas a historia vai de príncipes e princesas? já estou a ver a princesinha alter-ego.
- não o meu alter ego ainda não apareceu esse irá aparecer mais para a frente, princesa, mas de guerras de mundos, de galáxias há procura de expressão.
- o império contra ataca
E ambas riem juliana coloca um pedaço de tomate na boca mastiga e depois prossegue.
-  contra, não direi mas se ataca, ataca, pois hoje vou brincar ao império dos sentidos.
- hummm, que andastes a fazer …??
- Apenas um email e uma troca de palavras em msn
- sim chama-lhe msn, …..
. amas estou preocupada alço me diz que vai acontecer algo aquela reunião.
- a partir do momento em que a empresa foi criada com as funções de estruturar a realidade, temo que devido a isso vamos entrar numa nova fase
- Olha não sei mas eu estou um pouco cansada, demasiados contactos, … e ainda estas a analisar os contactos, falta fe contactos, e assim, parece que andamos na criação de binarísmos.
Se andamos ou não, n sei, repara que estão todas as artes reunidas.
- repara que ali na cozinha muita se cozia
- bem se cozinha, madame Mini ficaria espantada com o tamanho do caldeirão
- mas aconteceu algo e por muito que feixe os olhos e me ponha a pensar, sabes ainda esta tudo enevoado, falta-me algo para dissipar o nevoeiro. Bem come la que temos que chegar primeiro. Eu já comi, ..
- mas não comestes nada
- sabes são situações destas que se te causam vontade de comer, quando olhas a comida, a vontade essa já fora de expresso…. Aguardando a chegada da estação do café do café expresso, apiadeiro habitual do fim da refeição.
- Bem se fores pedir um expresso também quero, mas tenta comer algo, olhando-a nos olhos e tentando transmitir com a exprecão um ar maternal de mãe preocupada.
- sim mama mas já não passa,, pega no copo de chá bebe um pouco e continua dizendo estou é com sede.
E mal pronunciadas estas palavras Luciana diz:
Sim sede nestes tempos quem não tem sede, parece que andamos no deserto,
- Estas empresas, isto é no que dá quando se tenta olhar não para um colectivo como empresa mas sim para a ganância e o lucro fácil, não me admira que sertãs empresas tem uma vida curta, empresas que são usadas como protecção são cartas de um baralho bem protegido, num jogar solitário, e depois as coisas dão no que dão, e quem se lixa quem é, a raia miúda . sim miúda, olhando Luciana e continuando, es tu sou eu piões num tabuleiro há merece de técnicas e experimentalismos. E depois já não falo de estagiários que são chupados de tal forma, onde o objectivo é um só, pessoal qualificado com pouca experiência para ser explorado, e nos ainda estamos bem, olha, há empresas que mete estagiários com promessas onde diz logo fica o mais competente, e nem paga nem subsidio de alimentação e passado um tempo, todos para a rua e não havia ninguém competente, vem novatos outra vez para o esquema vicioso.
- Pedes o café ou não, diz Luciana, eu já trabalhei assim e essa tua conversa esta a deixar já com azia, pois ate me revejo nela, acho que a reunião te esta a deixar com um sentimento pessimista.
- há sim, sim estava a pensar noutra coisa, lestes os relatórios das reestruturações do novo real, a que nos vamos debruçar agora. Reeiniciar, polindo os erros, prepara-te isto parece …. Como diz o ditado popular, maior a emenda que o soneto.
- Mas é a base, se estas nas artes seja qual a arte for essa é a base a bíblia, como fazer mas evitar aqueles pontos. Espera. Levanta o braço e dirigindo-se para a empregada, dois cafés acompanhando a frase com o levantar dos dedos acentuando o numero.
- mas estas preocupada…. Nota-se …ate a bíblia que no fundo estruturou a empresa fostes buscar, olha que poucos são os que decidem confirmar os livros das iniciações artísticas.
- já sei já sei, olha ando a ocupar o tempo, … bem despacha-te temos de ir, …
- Também esta bem, já sei…. Mas afinal e a história olá envio-te a primeiro rascunho de cas quando chegar, mas com uma condição, quero a tua opinião.
- e se não gostar posso comentar e fazer anotações….?
- e obrigatório…. Sabes que isto para mim também esta a ser novidade. Entretanto chega a empregada com os cafés e com um sorriso, dizendo.
- Gostaram, estava bom, … já nem pergunto se querem sobremesa… pois já pediram o café…,
- Não hoje já não entra mais nada, era a conta, olhando a empregada nos olhos, e retribuindo a preocupação gentil de quem é comerciante e gosta de ter os clientes habituais satisfeitos e bem atendidos. Era só a conta pois já estamos um pouco atrasadas.
- Mas hoje chegaram mais cedo.
- E entramos mais cedo. Fazendo uma carinha de descontentamento. Trazes a conta por favor.
- É para já respondeu a empregada, … da dois passos e virando-se para trás continua, …em separado como sempre, lançando um sorriso.
As duas mulheres sentadas movem a cabeça em sinal de consentimento, e Luciana diz:
- Sabes acho melhor nem pensares em hipotéticas causas para a reunião, pelo que vi o teu posto não esta em causa, e tudo tem a ver com as novas normativas de reestruturação da realidade.
- olha isso já era de se ver, mudam-se os paradigmas muda-se a realidade.
- e depois, sempre o mesmo objectivo
- Mudemos, mudemos já nem quero discutir isso começa-me a deixar furiosa, a sério, furibunda, ……
E empregada regressa com a conta e as facturas em separado, e colocando-as há sua frente diz:
- aqui esta a dolorosa
Juliana olhando para a conta responde, bem nem da para esfolar o dedo, pousa uma nota em cima da sua conta e continua, olha traz-me moedas pois vou ter de tirar tabaco.
Luciana repete poeticamente o acto que fez a amiga mas sem abrir boca.
A empregada ao ver a nota de Juliana com um sorrindo diz:
- bem estamos ricas, mas não tem uma nota mais pequena, e quer o troco todo em moedas, é que não tenho tanta moeda, trago-lhe para a maquina do tabaco,  quantos maços vai tirar, um, dois.
- um, não fumo assim tanto, e praticamente so fumo quando estou nervosa,…
- ai esses nervos, diz a empregada olhando-a com um ar de carinho postiço de boa vendedora, trago-lhe notas e moedas não posso ficar sem trocos na caixa.
- esta bem, …
A empregada vira costas e dirige-se para a caicha registadora as duas mulheres levantam-se da mesa, e dirigem-se ao balcão esperando ai o troco.
A empregada ao velas já com o troco na mão, olhando-as com um sorriso postiço que logo de seguida se desfaz para pronunciar, …
- isto é que é ter pressa, aqui esta o troco, e com moedas, … e voltando a olhar Juliana nos olhos , …. E bom trabalho,..n se enerve olhe que a vida são dois dias, … e de seguida olhando Luciana, … bom dia e bom trabalho.
Juliana pega nas moedas dirige-se para a máquina do tabaco e retira um maço, a amiga sempre a acompanhar, mas enquanto espera que Juliana execute a tarefa de retirar da maquina o tabaco diz, sabes eu já fumei, pouco, mas depois resolvi deixar de fumar, sabes uma vez bem há uns anos…. Andei com um tipo que fumava, bem se fumava, eu também fumava mais moderadamente, tudo ia bem ate que uma noite o cansaço fez com que tivesse que dormir la em casa, de manha, quando acordamos e ele ainda meio a dormir inclinou-se sobre mim para me beijar, ai … ainda sinto o cheiro ao lembrar, acreditas que sai de baixo dele a correr para lavar os dentes, sabes era um cheiro, depois ao pensar que eu também tinha aquele cheiro, …. Olha foi um beijo matinal que me soube mal que me levou a deixar de fumar, … males para bem do meu mal, depois bem ele desapareceu, como o sabor depois de lavar os dentes, … mas, apesar de tudo mais-valia que nunca tivesse la dormido, ele era o máximo na cama.
- olha são aquelas coisas, como erra, que se dizia… e abre o maço de tabaco recem comprado, …metendo a mão na bolça procurando o isqueiro, as cegas, e falando ao mesmo tempo,.., como se dizia…., ai esta ele..
- como, … aqui esta ele
- o isqueiro, desculpa,   …. As vezes os mais competentes, cheiram a cavalo, e ri soltando uma gargalhada.
- es do piorio, aquilo , não cheirava a cavalo cheirava era a tabaqueira nacional.
- Bem que comparação, devia fumar mesmo muito. Vamos, vamos que ainda tenho de ver uma coisa no computador, não me posso descuidar.
E andando de regresso para os postos de trabalho, juliana aos pulinhos tentando acompanhar o passo de Lucina diz,:
- estas a ficar paranóica, descuidar, ..
- sim com o jogo, falamos falamos mas nem te falei od jogo nem da historia,
- há pois… a princesa, …. Rindo… bem todas somos princesas nem que seija nos carnavais da infância.
- Olha tudo é um grande carnaval, somos Personas, não somos pessoas.
E calando-se acelera o passo parando so há porta do elevador.
Ai já com a respiração ofegante Luciana diz:
- Bem estas mais agitada que as bolhas efervescentes de um digestivo. E ao dizer isto ri. Bem Juliana bolhinha efervescente, não deixa de ser engraçada a comparação, e continua a rir. ….
- Sempre fervi em pouca agua, olhando-a a e fazendo uma carreta.
O elevador abre as portas entram e carregam no Butão que aos leva ao andar dos seu trabalhos.
- Mas contas-me depois, estou curiosa, …. Juliana a escrever histórias de princesas, e há bruxas mas, ou são todas VIP.
- Ainda não cheguei ai mas vai haver tudo VIP`s, e não vip`s.
As portas abrem e juliana como focalizada dirige-se para a sua secretaria,
Juliana como autómato segue-a e diz:
- Mostra ca o jogo, mas afinal que coisa é essa.
Juliana abre o PC e clica, volta a clicar e abre uma janela com o jogo já aberto e ligado.
- Sabes, estou sempre ligada, tenho de estar sempre a controlar, sempre a rever, há pessoal que acorda de madrugada só para invadir planetas enquanto dormem e não estão a por as naves a salvo.
Olha é este o jogo, virando o ecrã para a colega, mas o meu principal interesse é a partir da minha aventura no jogo fazer uma história, contar coisas, metáforas dentro da metáfora que por suaves tentam existir dentro da grande metáfora a que se tornou a nossa existência.
Este modos operandis do existir das realidades criadas em função.
- Mas n te esqueças que é este o nosso trabalho, ocupamos um edifício donde toda a realidade é construída, tudo e por sua vês nos integramos nessa realidade que bordamas novas bordadeiras em um tempo nos vários tempos só que nós nesta realidade bordamos com aparelhos informáticos.
- Sim especializamo-nos numa das artes e aqui jogamos com todas as arte, tu crias noticias tu praticas na arte da informação, tu através de recriações de acontecimentos falas numa linguagem de uma realidade que secretamente põe a par outros da outra realidade através de uma linguagem cifrada.
- Olha, … tudo mudou, agora temos de centrar-nos em saber as directivas do novo paradigma e que sobra do antigo para a reformulação.
- a outra empresa já deu ordens de cortar as transmissões, e tudo agora é poir cabo.
- sim entendo a fases transitiva, mas a meu ver, ate para nos que ainda não estamos a par é saber como será a construção da nova realidade,
Olha algo irá ser, estudastes as várias realidades já existentes. Todas elas teem uma linguagem especifica metáfora dentro da grande metáfora.
- Estudastes, … pois tens de saber os mecanismos de estruturação. Para a criação da realidade, primeiro, o espaço de integração depois a mente.
- Sim,  …mas … mesmo assim assusta.
 - A minha história é um mero exercício, a partir de contar metaforicamente um passado dentro deu uma realidade mítica perspectivando novos mitos. Argonauta do passado, numa realidade de guerra das estrelas, ulises é uma princesa que decide viajar no espaço.
- Mas dasse conta que a prenderam, como a história da princesa na masmorra.
- Mas sem trança. Sabes ainda estou para decidir, mas nesta história, tudo parece qurer destruir logo a princesa, ainda mal acabada de começar a levantar-se. Sabes ganâncias de uns, politicas de câmaras claras para outros. Usurpadores.
Nesse instante ouve-se o tilintar do elevador, um gesto rápido e um clique faz por em primeiro plano a pagina da empresa no ecrã. Levanta os olhos e vê o administrador que na distancia olhando para elas pergunta:
-Por acaso já chegou alguém para a reunião?
Juliana olhando-o, reponde:
- nos chegamos há pouco mas isto parece que esta tudo vazio, o pessoal ainda deve estar a almoçar.
- Bem vou para o gabinete, preparar as coisas, nunca se sabe que poderão pedir, nunca se sabe, … estas surpresas, ou estas novas directivas…. Nunca se sabe.
Elas olhando-o apenas respondem com um sorriso.
Apenas isso, pois no fundo não há nada a dizer apenas mímicas de palavras mímicas pronunciadas na pronuncia de se ser simpático, dizendo algo sem acrescentar nada palavras mímicas apenas como forma de expressão comprimento galante das técnicas de retórica.
Mas juliana ainda responde:
- eu praticamente passei a informação que não tinha no portátil, para ele e assim levo o portátil. Se tiver que apresentar dados já estou preparada, é so envia-los via email a quem estiver presente ou fazer a apresentação através do projector, para todos visualizarem os dados.
- Bem deixo-as a trabalhar, … até já… e andando num passo de despreocupação, vira costas o administrador dirigindo-se para o gabinete.
As das mulheres olham-se e Luciana decide ir para o seu posto de trabalho:
- volto para a labuta,  …. Deixo-te no jogo ou nos preparativos.
- Depois falamos.
- se não saíres ou não tiveres ninguém a tua espera avisa e tomamos um café.
- ta, ta bem responde Juliana sentando-se na cadeira olhando para o ecrã do PC, e já não ouvia nada, ouvia a sua voz interior a dizer que virá por ai. E decide rever os ficheiros e passar tudo para o PC.
Respira fundo e diz:
- Merdra esqueci-me de comprar o livro,

Fim do I Capitulo

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